Diagnóstico de DPOC

Como se diagnostica?

 

Atualmente são necessários vários dados para se dizer que uma pessoa tem oficialmente DPOC. Trata-se de um diagnóstico médico.

É necessário ter algumas dos sintomas típicos, pelo menos um fator de risco e realizar um exame – a espirometria com teste de resposta ao broncodilatador.

Apesar de existir atualmente um subdiagnóstico evidente da doença, ou por outras palavras, uma taxa de diagnóstico de DPOC abaixo do desejável, a verdade é que muita gente também está catalogada com DPOC sem nunca ter realizado uma espirometria, o que não está certo. A realização de uma espirometria é fundamental. A palavra espirometria vem do latim spirare = respirar + metrum = medida.

A Espirometria permite o registro dos vários fluxos ou débitos de ar e fornece dados que quando bem interpretados revelam como está a funcionar o seu pulmão. Como é bastante fácil de ser executada e tem um elevado valor informativo é o exame mais importante na avaliação de um doente com DPOC.

Resumidamente, este exame determina a velocidade e a quantidade de ar que um indivíduo é capaz de colocar para dentro – inspirar– e para fora – expirar– dos pulmões. É um exame não invasivo e é completamente indolor. A pessoa apenas tem que respirar pela boca, através de um tubo conectado a um aparelho (espirómetro) que é capaz de registrar o volume e a velocidade do ar respirado.

É através deste exame que se documento a presença de um padrão obstrutivo – a obstrução ao fluxo expiratório é uma das características mais importantes na DPOC e por isso esta é considerada uma doença obstrutiva.

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