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Prognóstico e Mortalidade
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Prognóstico na DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica é uma doença não curável, crónica, podendo no entanto ser controlada e conseguindo-se atrasar a sua evolução. Infelizmente em muitos casos a trajetória da doença consiste num declínio progressivo do estado geral do doente, com mais sintomatologia e exacerbações, o que só por si é um fator de risco para um agravamento ainda mais exuberante da função pulmonar do doente.

Poucas medidas terapêuticas conseguem efetivamente melhorar a taxa de mortalidade:

  • Oxigenoterapia
  • Cessação Tabágica
  • Cirurgia de redução do volume pulmonar

O cumprimento de todas as outras medidas, apesar de não estar estudado que consigam provocar um retrocesso no desenvolvimento da doença, permitem suster a sua evolução, evitando as exacerbações; minimizar os seus sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Existem vários factores de mau prognóstico:

  • Agravamento da função pulmonar ou valor de FEV1 muito reduzido
  • Apresentar várias exacerbações da doença
  • História de internamentos hospitalares por exacerbações
  • Necessidade de ventilação mecânica invasiva por agravamento acentuado
  • Presença de várias comorbilidades: Neoplasia do Pulmão, patologia cardiovascular ou osteoporose

É uma das principais causas de mortalidade a nível mundial: estima-se que atualmente já seja a 3a maior causa de mortes.

Segundo a classificação GOLD, os doentes no grupo D são os que têm maior taxa de mortalidade. Os doentes do grupo B morrem principalmente devido a comorbilidades cardiovasculares; por sua vez os dos grupos C e D devido a complicações respiratórias.

Sabe-se também que a causa mais frequente de morte em doentes com DPOC ligeira é o Cancro do Pulmão, nomeadamente o do tipo epidermóide.

Existe um outro índice – o BODE index – que permite avaliar melhor o prognóstico e a mortalidade:

BODE INDEX

Este índice tem um carácter multidimensional, avaliando as manifestações pulmonares e sistémicas provocadas pela doença de forma simples.

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